Esporte

Expo Fight Bahia: Presidente da FBJJMMA destaca papel da entidade nos esportes de luta no estado: “celeiro de atletas”

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A equipe do Bnews esteve presente nesta sexta-feira (25), no Armazém Convention, na Grande Salvador (BA) e conversou com o presidente da Federação Baiana de Jiu-Jitsu e MMA (FBJJMMA) e com o vice-presidente da FBJJMMA, Ricardo Caldeira  |   Bnews - Divulgação Bnews
Thiago Teixeira e Gabriel Santana

por Thiago Teixeira e Gabriel Santana

Publicado em 25/09/2026, às 14h40



O atual presidente da Federação Baiana de Jiu-Jitsu e MMA (FBJJMMA), Evandro Nascimento, esteve presente nesta sexta-feira (25), na Expo Fight Bahia, que acontece no Armazém Convention, na Grande Salvador (BA), e destacou o papel que a organização tem no estado.

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O evento, que tem uma programação focada nos esportes de combate, será realizada entre os dias 24 e 27 de setembro na capítal baiana. Entre as atividades, serão realizadas competições, workshops, atividades formativas e palestras ligadas aos esportes de combate.

A entrada no Armazém Convention é gratuíta, com uma inscreição prévia, e a agenda desta sexta (25), começou às 14h, com o Festival de Artes Marciais (FAMA) com várias modalidades.

Nascimento relatou que, mesmo focada no MMA e o Jiu-Jitsu, a FBJJMMA tem uma interação muito saudável com outras modalidades, pois ele mesmo relata que o MMA é justamente a junção com as demais artes marciais e que o fator contribuiu muito com o crescimento das lutas na Bahia.

“Nós temos normalmente, por conta do trabalho que nós temos com o Jiu-Jitsu e com o MMA, uma interação muito legal com outras modalidades. Sempre foi muito bom e, inclusive, em função do MMA. O MMA, você tem a fusão, o mix das artes marciais. Então, essa relação facilitou bastante a projeção nossa em relação a nossa atuação com o Jiu-Jitsu”.

O presidente revela que o volume de atletas no jiu-jitsu é muito maior do que nas outras modalidades. E, por isso, surgiu a ideia de criar a Expo Fight de uma forma que contemple não só o jiu-jitsu, mas como as outras lutas.

Captação e descobrimento de novos atletas mesmo sem tanto apoio

Como forma do esporte atuar como um vetor de transformação social, perguntado sobre o apoio governamental para o desenvolvimento da modalidade na Bahia, Nascimento define o estado como um “celeiro” e relembrou como o festival começou.

O presidente da FBJJMMA relatou que as primeiras ocorrências do festival começaram de forma tímida, onde o “guarda-chuva” do evento tinha Jiu-Jitsu, Taekwondo, Judô e Boxe. Como a Bahia tinha uma carência de oportunidades de eventos em artes marciais, o FAMA foi um produto que se destacou bastante.

“Essa experiência foi boa, foi muito boa. A gente expandiu isso para o... para o interior. Hoje é um produto nosso, o FAMA, o Festival de Artes Marciais, porque a gente consegue trazer as modalidades que existem nos municípios, isso é muito bacana, não é um evento de uma modalidade. Então, a gente consegue trazer todos os professores, todas as modalidades. É uma articulação muito fácil de fazer, porque as artes marciais sempre foram muito carentes. Carentes de evento, carentes de estrutura. A Bahia é um celeiro, ela é muito forte, você vê o resultado do boxe”.

Confira a entrevista completa com Evandro Nascimento.

Vice-presidente da FBJJMMA detalha evento e programação

O vice-presidente da FBJJMMA, Ricardo Caldeira, também esteve presente no evento e conversou com a equipe do Bnews, detalhando que a previsão da programação da Expo Fight Bahia é receber mais de 2000 atletas e 4000 visitantes.

Em relação ao Armazém Convention, palco do evento, Caldeira detalhou que o evento vem fazendo um trabalho de articulação com as federações parceiras para, juntamente com o gestão estadual, conseguir realizar a atividade com sucesso.

Ricardo, ainda, a Federação tem o Centro de Boxe e Artes Marciais Waldemar Santana, espaço construído e entregue pelo estado para ser um local focado na modalidade. O local conta com uma união de quase 10 entidades aliadas que participam do evento.

“A gente tem boas marcas, alguns eventos também que são parceiros, então a gente trouxe para trabalhar junto com a gente para agregar aqui no evento, a exemplo também do fisiculturismo. A gente não valorizou e não privilegiou só as artes marciais, a gente acha que é um evento que cabe mais... mais informação de esporte, né, isso expandir e crescer mais. E o nosso público já é um público orgânico nas competições, a gente só ampliou a nossa divulgação com... com a assessoria de imprensa, com uma boa mídia, eh, com a... a casa, naturalmente, também já... já por si só já... já traz esse... esse público, porque a gente sabe, o baiano já conhece, sabe que o Armazém é uma casa de... de eventos, isso facilitou bastante também”.

Sobre o papel do Estado na prática, Ricardo aponta que, além do apoio do Governo do Estado, o Ministério do Esporte foi vital para apoiar o esporte. Ele ressaltou que, no começo, foi muito difícil por conta das preocupações pelos resultados, mas que ele garante que o evento vai ser um sucesso e prometeu que, em 2027, a atividade deve ser ampliada com mais parceiros.

Confira a entrevista completa com Caldeira.

Classificação Indicativa: Livre

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