Esporte
O presidente do Vitória, Fábio Mota, falou sobre quando a modalidade de Sociedade Anônima do Futebol (SAF) vai passar a vigorar no clube. O regime é uma constituição de empresas voltada para o futebol no Brasil e permite que os clubes passem a atrair mais investimentos, muitas vezes de estrangeiros.
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Em entrevista nesta terça-feira (10), Mota disse que o processo de transformação do clube neste modelo já começou. "O processo de deflagração da SAF começou quando a gente começou a organizar a vida do clube. Não adianta você tentar fazer SAF devendo a todo mundo sem conseguir tirar certidões. O Vitória hoje está com suas contas em dia, dívidas parceladas e está pronto para receber o investimento. O problema da SAF é escolher o que você vai investir", afirmou o gestor.
"O Vasco escolheu mal, voltou a ser associação. Cruzeiro escolheu mal e voltou a ser vendido novamente. O processo já foi deflagrado e estamos montando um modelo de SAF. Esse modelo de SAF será encaminhado ao Conselho Deliberativo e consequentemente para uma AGE. A ideia nossa é que até dezembro o modelo esteja pronto", acrescentou o presidente do Vitória.
Ainda de acordo com Fábio Mota, o rito deve seguir os mesmos trâmites processuais dos outros clubes. "Depois da conclusão do modelo de SAF, vamos analisar as propostas de SAF para o Vitória. É isso que estamos fazendo, no momento certo e adequado, vamos chamar AGE e discutir como sempre foi desde que assumi o clube. A SAF ela veio para ficar. As equipes que não caminharem para SAF vão ter muitas dificuldades. Mas não pode ser de qualquer jeito ou maneira", disse.
Um dos modelos avaliados pelo Vitória e que deve ser o vetor do futuro é o que mantém o clube rubro-negro como majoritário, permitindo que ele receba investimentos e continue com a maior parcela da sociedade. Na Alemanha, um dos exemplos citados por Fábio Mota, a regra das SAFs estabelece que o clube, na figura dos associados, detenha 50% + 1 das ações, podendo empresas não conseguirem ter maioria na posse destes times de futebol. Arquirrival do Vitória, o Bahia adotou um modelo de sociedade anônima que aprovou a venda de 90% das ações da SAF para o Grupo City e manteve 10% das ações com os tricolores.
O BNews apurou que, dos emissários do clube enviados à Europa em buscas de potenciais investidores para a SAF, três representantes se dividiram entre a Inglaterra e a França, buscando iniciar as tratativas para formalizar o negócio com o time baiano.
"Propostas de SAF temos desde a Série C, mas a gente precisa primeiro estruturar primeiro o modelo de SAF para o Vitória. A ideia é ter o modelo como é na Alemanha e nas ligas sérias", declarou Mota.
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