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Uma mulher que se identificava como médica nas redes sociais no município de Irecê foi conduzida à delegacia após o Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia (Cremeb), por meio do Departamento de Defesa das Prerrogativas do Médico, receber uma denúncia de exercício ilegal da medicina e acionar a Polícia Civil.
Durante a ação, realizada na quinta-feira (06), em uma clínica localizada no Centro da cidade, a suspeita, de iniciais L. B. P. L., afirmou que não exercia a medicina, mas disse que estava “acompanhando alguns pacientes que estão em processo de perda de peso”.
Toda a ação foi acompanhada pelo vice-presidente do Cremeb e diretor do Departamento do Interior, conselheiro Plínio Sodré, e resultou na lavratura de um termo circunstanciado para apurar o crime de exercício ilegal da medicina.
“L. B. P. L. tem formação em Medicina no Paraguai, mas, como não possui a revalidação do diploma, conforme determina a lei, não pode atuar como médica no Brasil. E, embora a polícia não tenha encontrado evidências que justificassem prisão em flagrante, como um carimbo, a jovem estava em um consultório e se anunciava como médica nas redes sociais, ludibriando as pessoas”, declarou ele.
O presidente do Cremeb, conselheiro Otávio Marambaia, revelou que o conselho recebeu, somente este ano, 62 denúncias de exercício ilegal da medicina na Bahia.
“Na Justiça, já são 23 ações sobre o tema em 2025, sendo 12 delas com decisões favoráveis. Não vamos aceitar que falsários fiquem soltos por aí enganando a população e colocando vidas em risco. Cuidado: falso médico mata!”, enfatizou ele.
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