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FIA confirma mudança no regulamento e Fórmula 1 poderá ter volta de parte mecânica que marcou época; entenda

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A nova mudança no regulamento será gradual; novo motor pode ser introduzido em quatro ou cinco anos  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Redes Sociais / Instagram / @F1
Cadastrado por Tácio Caldas

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Publicado em 23/06/2026, às 11h14 - Atualizado às 11h16



A Federação Internacional de Automobilismo (FIA ) — Fédération Internationale de l'Automobile (Em francês) — fará uma mudança no regulamento da Fórmula 1 (F1). De forma gradual, a categoria passará a ter mais participação do motor a combustão em detrimento do elétrico e, em até meia década, poderá ter a volta do V8. Para quem não é entendido dessas nomenclaturas, V8 é um tipo de motor a combustão que marcou época na F1. Esse equipamento foi usado por oito temporadas antes de serem substituídos pelos motores atuais, os V6 híbridos.

Para começar a FIA vai aumentar gradualmente a dependência dos carros da categoria nos motores a combustão. Atualmente, a distribuição é 53%-47% em favor do equipamento que usa gasolina. A ideia é que até 2028 essa questão seja aumentada gradativamente. Em 2028, por exemplo, o motor a combustão será responsável por 60% da potência total do bólido. Já na próxima temporada o número ficará em 58%, 5% a mais do que é visto atualmente na categoria.

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A ideia da FIA, pelo menos no indicativo do seu atual presidente, é que dois anos depois desses ajustes, a Fórmula 1 volte a contar com os motores à combustão V8. De acordo com Mohammed ben Sulayem, a gestora da categoria deseja que os motroes sejam mais "simples, barulhento e leve". Mas para isso acontecer não será simples e muito menos só com o tempo. Isso porque essa mudança drástica afetará muitas equipes, algumas delas que entrar somente pelo atual regulamento de motores.

Ou seja, para essa mudança ser efetivada, tal qual as que serão feitas gradualmente de 2026 até 2028, será preciso uma aprovação das equipes da categoria. Mas não só delas. O voto de minerva ficará com as fornecedoras de motor da categoria. Entre elas a Audi, de Gabriel Bortoleto, a Ferrari, de Lewis Hamilton, a Ford, de Max Verstappen, a Honda, de Fernando Alonso, e a Mercedes, de Kimi Antonelli. O aval dessas cinco fornecedoras será preponderante para que essa mudança ocorra.

Entre um a dois anos antes dessa possível mudança, a categoria pode ter a entrada de uma nova fornecedora de motores: a Cadillac. A empresa norte-americana já trabalha com um protótipo do atual regulamento para se adequar ao que é previsto para acontecer em 2029. Esse protótipo, inclusive, já está sendo testado na sede da General Motors, em Concord, nos EUA.

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