Esporte

Lesão de Pulga: exames falharam ou foram ignorados? Questiona jornalista

Letícia Martins/EC Bahia
Márcio Martins questionou a utilização do jogador no jogo contra o Retrôad  |   Bnews - Divulgação Letícia Martins/EC Bahia
Melissa Lima

por Melissa Lima

melissa.lima@bnews.com.br

Publicado em 31/07/2025, às 19h14



Entrando no segundo tempo da partida contra o Retrô pela Copa do Brasil, nesta quarta-feira (30), o atacante Erick Pulga, do Bahia, sentiu um desconforto muscular na coxa esquerda. Ele não conseguiu retornar para o campo após o atendimento e voltou para o banco de reservas. 

Após a partida, o técnico Rogério Ceni comentou sobre o lance, destacando a necessidade de poupar titulares entre os jogos da temporada.

"O Pulga é um bom exemplo, quem sabe teríamos dois ou três lesionados. Para esse jogo os titulares até poderiam aguentar, mas vai jogar lá em Recife depois das quatro da tarde para ver se compete de igual para igual. Essas coisas são científicas", disse o treinador. 

Nesta quinta-feira (31), o jornalista Márcio Martins questionou a lógica da utilização de Pulga na partida, uma vez que existe um indíce que aponta o risco de lesões em jogadores. O exame de creatina quinase (CK) avalia o dano muscular e monitora a recuperação dos jogadores após jogos intensos.

"Se o exame de CK serve justamente pra medir o risco de lesão, então temos dois cenários possíveis; 1º: o exame indicou que ele estava bem e mesmo assim ele se lesionou, ou seja, o exame não é 100% confiável", iniciou o jornalista. 

"2º cenário: o exame indicava o risco e mesmo assim o jogador foi relacionado, ficou no banco, mas entrou no jogo no segundo tempo. Nesse caso o erro é ainda maior: o Bahia colocou em risco um jogador importante", completou.

Ele ainda completou dizendo que, nos dois casos, a gestão do Bahia sobre o assunto foi falha.

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