Esporte
A Segunda Delegacia de Defesa da Mulher de Fortaleza concluiu o inquérito que investigava o zagueiro David Luiz, ex-jogador do Flamengo e Fortaleza, por supostas ameaças contra a assistente social Francisca Karollainy Barbosa Cavalcante, ex-affair do atleta do Pafos FC, do Chipre.
De acordo com o relatório final, o jogador não foi indiciado, e a autoridade policial sugeriu o arquivamento do caso por ausência de materialidade mínima dos delitos.
⚠️ Polícia do Ceará conclui investigação sem indiciar David Luiz, acusado de ameaça por mulher.
— Planeta do Futebol 🌎 (@futebol_info) October 4, 2025
O relatório sugeriu arquivamento do inquérito policial por ausência de materialidade mínima dos delitos investigados.
A delegada fundamentou que por 2 meses colheu inúmeras provas e… pic.twitter.com/XUWLUsZSaI
O documento, assinado pela delegada Rachel de Queiroz Moreira, aponta que, após dois meses de investigação, foram realizadas diversas diligências e analisadas provas que não confirmaram as acusações feitas pela suposta vítima. O relatório também afirma que não há indícios de que David Luiz tenha tido contato pessoal com Francisca Karollainy.
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Um laudo técnico do Departamento de Inteligência Policial analisou o conteúdo do celular entregue pela denunciante e concluiu que não havia mensagens com ameaças nem qualquer comportamento que indicasse conduta agressiva por parte do jogador.
“Pelas provas técnicas e depoimentos colhidos, os elementos de informação são insuficientes para fundamentar o indiciamento do investigado, diante da ausência de materialidade mínima dos delitos. Desta feita, deixo de proceder a qualquer indiciamento criminal, sugerindo o arquivamento do feito”, escreveu a delegada no relatório.
Durante as investigações, a polícia identificou vídeos em que a denunciante apareceria combinando versões com uma amiga para tentar incriminar o atleta. Testemunhas, incluindo funcionários do hotel onde a mulher afirmou ter sido perseguida, confirmaram que David Luiz nunca esteve no local.
A defesa do jogador, representada pelos advogados Gabriel Domingues, Thiago Nicácio, Gustavo Teixeira e Ricardo Sidi, informou que, por conta do sigilo processual ainda vigente, não fará comentários sobre o caso. Os representantes ressaltaram, no entanto, o respeito às instituições policiais e judiciais brasileiras e reafirmaram a confiança no sistema de Justiça.
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