Esporte
Protagonista do Bahia no Ba-Vi vencido pelo tricolor por 2 a 1, o meia Michel Araújo viveu uma noite especial no último domingo (18). Recuperado de lesão, o jogador uruguaio vem ganhando minutagens com o técnico Rogério Ceni, mas deseja figurar no time titular do Esquadrão.
A oportunidade pode aparecer nesta quarta-feira (21), às 19h30, contra o Paysandu. O duelo é válido pela volta da 3ª fase da Copa do Brasil. A tendência é que o Bahia entre em campo preservando algumas peças titulares, de olho no desafio final da Copa Libertadores, contra o Inter.
A gente sempre trabalha para tentar ser titular. Acredito que todo jogador quer esse lugar na equipe, no time. As escolhas do treinador são outras, a gente tem que respeitar. E dar seu máximo, por mais que esteja jogando 5, 10, 30 minutos, a gente tem que dar o seu melhor. Mas a gente sempre busca iniciar o jogo, que é o que o jogador profissional quer”, afirma o meia.
Questionado pela preparação da equipe em meio a tantas decisões nessa reta final da primeira metade da temporada, Michel comentou que o grupo tenta conciliar os treinos com as conversas com a Comissão de Ceni.
A gente se encontra uma semana decisiva, como ele falou ali na pergunta. Semana decisiva na Copa do Brasil, semana decisiva na Libertadores. E no Brasileirão a gente vai tentar manter também as nossas primeiras colocações no campeonato. A preparação quase sempre é a mesma. A gente tem pouco tempo de treino, poucos treinos para a gente se preparar. A gente vai mais na conversa, no que o professor fala, nos vídeos que ele mostra dos rivais”, explica.
Além da conversa e dos vídeos sobre os rivais do Esquadrão, outro ponto citado por Michel Araújo para conciliar o calendário pesado foi o rodízio implementado por Ceni. Para o volante uruguaio, a rodagem no elenco é importante para manter a competitividade.
Calendário muito apertado esse ano por causa do Mundial de Clubes. A gente está jogando competição internacional e acabou tendo mais jogos nesse curto tempo. O rodízio de jogadores é muito importante. Por mais que o professor tenha escolhido a maioria dos jogos começar praticamente com o mesmo time, a gente vem entrando em todos os jogos e ele já mexe com 10, 15 minutos no segundo tempo, começa a rodar o time. Isso é importante para todo mundo, que o time se mantenha sempre fresco, sempre com perna para poder sustentar essa sequência", finalizou.
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