Esporte
Publicado em 12/11/2025, às 14h49 Alex Torres e Gabriel Santana
Vitor Mendes, candidato ao cargo de conselho fiscal do Esporte Clube Vitória, deu entrevista para a equipe de reportagem do Bnews, nesta quarta-feira (12), em evento ocorrido no estádio Barradão, em Canabrava, Salvador (BA).
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Um dos candidatos ao cargo de conselho fiscal, na eleição do Vitória, prevista para ocorrer no próximo dezembro, comentou sobre o anúncio de Marcone Amaral e dos desafios enfrentados pela união das oposições na disputa do cargo, contra a atual gestão de Fábio Mota.
“O grande desafio é conseguir ter a torcida unida, buscando uma governança para o clube que facilite o processo de SAF (Sociedade Anônima do Futebol). Esse modelo de associação que a mais de 125 anos carrega, trouxe para gente muita alegria, muitos títulos, enfim. Nosso amor foi construído pelo clube através de associação, mas a gente precisa entender que o modelo que se tem para frente, é o modelo de SAF. Precisamos todos dar-nos as mãos para que o clube possa se transformar em uma SAF e mudar nosso patamar”, disse.
Perguntado sobre a ausência como candidato ao cargo principal de presidência do Vitória, Vitor Mendes contou que sua motivação pelo apoio por Marcone Amaral, foi porque ele assumiu não ser mais candidato.
“A partir do momento que a torcida fez uma outra opção, a gente se retira, volta para arquibancada, no meu caso, volta para a cadeira. Então, desde aquele momento, eu falei que não sairia mais candidato, as propostas foram apresentadas. Ali foi a nossa contribuição.
A candidatura de Marcone surgiu como uma oportunidade, segundo Mendes, para implementar o processo de SAF no clube rubro-negro. O atual candidato ao conselho fiscal elogiou a capacidade de liderança de Marcone e que não existe nenhum tipo de vaidade entre as partes.
A reportagem do Bnews perguntou para Mendes sobre uma provável distribuição de cargos que poderia ocorrer e não foi comentada no lançamento da candidatura. O candidato ao cargo fiscal ressaltou que ocorreram reuniões com divergências de opiniões.
“Discussão diria longa, com diferenças de pensamento e a gente centrou critérios. Então, o critério é discussão para deliberativo e fiscal. E há uma união, até porque, você não consegue a maioria dos votos e não há segundo turno para fiscal deliberativo. E aí cada grupo indica nome para fiscal deliberativo”, disse.
Mendes enxerga benefícios nas indicações de nomes diferentes por cada grupo. Ele vê como um processo bem plural, mas ressalta que Marcone terá toda a autonomia de selecionar seus cargos e que o Vitória “não vai ser loteado”.
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