Esporte
Publicado em 04/01/2025, às 19h35 Victória Valentina
O jogador de futebol Lionel Messi faltou, neste sábado (4), à cerimônia que o condecorou com a Medalha Presidencial da Liberdade, mais alta honraria concedida a civis pelos Estados Unidos.
Em seu discurso, o presidente Joe Biden descreveu o argentino como o mais condecorado jogador de futebol profissional da história. Além disso, lembrou que o atleta atua a favor de causas humanitárias. "Ele apoia programas de cuidados com a saúde e educação para crianças por todo o mundo, por meio da Fundação Leo Messi e atua como Embaixador da Boa Vontade do Unicef", disse Biden, quen deixa o cargo no dia 20 de janeiro.
De acordo com o jornal USA Today, a assessoria de Messi informou que ele não compareceu devido a "conflitos de agenda e compromissos previamente agendados".
"A Casa Branca informou à Fifa, que informou o clube (Inter Miami) no fim de dezembro que Leo iria receber esse reconhecimento. Leo, através do seu clube, enviou uma carta à Casa Branca se dizendo profundamente honrado em receber este reconhecimento, mas que devido a conflitos de agenda e compromissos previamente agendados ele não poderia comparecer. Ele agradeceu e disse que espera ter a oportunidade de estar presente em um futuro próximo", diz a nota.
Além de Lionel Messi, outros 18 nomes foram indicados para a Medalha Presidencial da Liberdade, como o ex-astro do basquete Earvin "Magic" Johnson, o cantor irlandês Bono Vox, líder da banda U2, e os atores Michael J. Fox e Denzel Washington.
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