Esporte
por Gabriel Santana
Publicado em 03/10/2025, às 14h45
O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) pediu, entre os dias 26 e 29 de setembro, que o Corinthians dê explicações sobre dados de mais de 50 aquisições suspeitas feitas com o cartão corporativo do clube, entre 2018 e 2020, enquanto o ex-presidente, Andrés Sanchez, esteve no comando do alvinegro paulista.
Inscreva-se no canal do BNews no YouTube.
O promotor do caso, Cassio Roberto Conserino, estipulou o prazo de dez dias corridos para a diretoria do clube paulista enviar as respostas, fato que não aconteceu no tempo estabelecido pelas autoridades.
A intenção da investigação, realizada pelo Ministério Público, é descobrir as motivações dos cinquenta supostos gastos pessoais realizados, de forma indevida, por Andrés. De acordo com a Gazeta Esportiva, o Corinthians não tem poder de responder às questões, pois não consegue colaborar, de forma total, com cada particularidade diária do período. O clube não tem controle interno dos dados específicos.
Na última quinta (2), o ex-presidente deu depoimento, através de videochamada, para o promotor do caso. Foram abordados dois temas principais, as despesas equivalente a R$ 5 mil em uma joalheria e quase R$ 7 mil, em 2020, no arquipélago de Fernando de Noronha.
Sobre os gastos da joalheria, Andrés alegou que foi um relógio comprado para presentear um membro da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), após uma reunião. Sobre as despesas no arquipélago, Sanchez relatou estar embriagado e, supostamente, confundiu-se ao usar o cartão corporativo porque o seu pessoal também é do mesmo banco, Santander.
Classificação Indicativa: Livre
som poderoso
Som perfeito
Smartwatch top
Qualidade JBL
iPhone barato