Esporte

Olimpíadas Paris: Diretor nega inspiração em "Última Ceia" para cena com drag queens na abertura dos Jogos

Reprodução / @Olympics
Apresentação na cerimônia de abertura das Olimpíadas foi criticada pela extrema direita  |   Bnews - Divulgação Reprodução / @Olympics
Marcelo Ramos

por Marcelo Ramos

marcelo.ramos@bnews.com.br

Publicado em 28/07/2024, às 19h46



Diretor artístico da cerimônia de abertura das Olimpíadas de Paris, Thomas Jolly negou ter a feito referências à "Última Ceia", famoso quadro de Leonardo Da Vinci, no espetáculo. As declarações foram feitas ao canal francês BFMTV.

Se inscreva no canal do BNews no Youtube!

"Nunca encontrará da minha parte nenhum desejo de zombar, de diminuir nada. Quis fazer uma cerimônia que reparasse, que reconciliasse. Também que reafirmasse os valores de nossa República. ", referindo-se ao lema liberdade, igualdade e fraternidade", disse.

“A ideia era mais fazer um grande festival pagão conectado com os deuses do Olimpo…Olimpismo… Olimpíadas", concluiu.

Na seção chamada de "festividade" da abertura, pessoas com roupas extravagantes, entre elas drag queens, surgiram diante de uma longa passarela/pista de danças, numa imagem que supostamente evocava a "Última Ceia".

Acompanhe a cobertura do BNews nas Olimpíadas de Paris.

A Conferência Episcopal Francesa (CEF) criticou a apresentação, considerando-a uma "zombaria do cristianismo". A extrema direita francesa também criticou e chamou a referência ao quadro do pintor italiano como uma blasfêmia pela presença de drag queens.

Vale lembrar que a pintura foi criada sob encomenda para o refeitório do convento de Santa Maria delle Grazie em Milão, e não como um objeto de culto religioso.

Classificação Indicativa: Livre

Facebook Twitter WhatsApp Google News Bnews


Cadastre-se na Newsletter do Bnews (Beta)