Esporte
A partida entre Deportivo Táchira e Caracas, na noite da quarta-feira (21), pelo Campeonato Venezuelano, foi marcada por uma situação inusitada. Em protesto contra uma decisão da arbitragem, o Caracas errou, de propósito, todas as cobranças em uma decisão por pênaltis.
Um adendo: as penalidades não valiam nada. A atual temporada da liga venezuelana implementou a “Copa Rei de Marcas”, que consiste em uma decisão por pênaltis em todas as partidas do torneio, independentemente do resultado no tempo normal. As cobranças não valem pontos, apenas um troféu simbólico.
As equipes empatavam em 1 a 1, e aos 53 do segundo tempo o Caracas teve um gol anulado devido a um impedimento. O lance foi revisado pelo VAR, validado pelo árbitro Alexis Herrera.
Mesmo com as linhas traçadas pelo VAR, a dúvida permaneceu, gerando revolta no time visitante. Dois jogadores do Caracas foram expulsos após intensa reclamação.
Após o fim da partida, na disputa de pênaltis, todos os jogadores do Caracas mandaram para fora suas cobranças. O goleiro Wuilker Fariñez permaneceu imóvel nos chutes do Táchira, que ganhou a decisão por 3 a 0 e levou o troféu – que não vale nada.
Assista:
A liga venezuelana tem uma competição paralela de decisões por pênaltis, sem nenhuma influência na classificação do campeonato.
— Leonardo Bertozzi (@lbertozzi) August 22, 2024
Então o Caracas estava revoltado com a arbitragem do jogo contra o Deportivo Táchira e decidiu chutar todas para fora.pic.twitter.com/TCxd14EV6g
Em entrevista coletiva após a partida, o técnico Fernando Aristeguieta comentou a decisão do Caracas.
“Essas cobranças de pênaltis são para entretenimento, que ninguém de nenhuma equipe entende, nenhum torcedor entende, e foi uma decisão que se tomou ali no campo, no calor do jogo”, declarou o treinador.
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