Esporte
O presidente afastado do Corinthians, Augusto Melo, teria feito “dívidas” por campanhas de eleição para o clube com doações de empresários de jogadores, influenciadores e um agiota. É o que aponta o inquérito policial do caso “VaideBet” concluído nesta segunda-feira (23).
De acordo com a investigação, os desvios do contrato com a patrocinadora seriam para quitar os valores. Em um trecho do inquérito é citado que Augusto Melo estaria sendo ameaçado por um agiota.
Segundo o delegado titular da apuração, Tiago Fernando Correia, o plano inicial dos indicadores era o repasse de 7% da comissão do valor total contratado, através de parcelas mensais de R$ 700,00 mil, totalizando R$ 25,2 milhões.
“Verdade seja dita, logo em janeiro de 2024, já era evidente que algo estava errado no contrato com a VaideBet, mesmo antes de a presença do intermediário vir à tona”, diz um trecho do relatório.
Na versão final é apontado ainda o possível envolvimento do Primeiro Comando da Capital (PCC) na suposta lavagem de dinheiro do clube.
“[...] A conclusão [e constatação] de que os recursos financeiros desviados do Sport Club Corinthians Paulista foram parar em contas de uma empresa suspeita de ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC)”, é relatado em uma parte final do inquérito.
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