Esporte

Presidente da CBF minimiza polêmicas na arbitragem brasileira: “Excelentes árbitros”

Lucas Figueiredo / CBF
A arbitragem brasileira ficou negativamente em evidência nas últimas semanas  |   Bnews - Divulgação Lucas Figueiredo / CBF
Tácio Caldas

por Tácio Caldas

tacio.caldas@bnews.com.br

Publicado em 08/05/2026, às 15h55



A arbitragem brasileira voltou com força a protagonizar debates negativos no noticiario esportivo. Erros grosseiros, marcações e não marcações equivocadas de faltas e para piorar, a falta de divulgação dos áudios do VAR pela CBF gerram muita polêmica. Isso culminou, inclusive, em um protesto pacífico da torcida do Vitória que, mesmo assim, não passou desapercebida pela súmula do árbitro da partida.

Por conta disso, a procuradoria do STJD agiu, denunciou e puniu o time baiano. O ‘Colossal’ havia sido citado no Art. 191, III do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) e foi punido com o pagamento de uma multa de R$ 20 mil. Outros lances polêmicos, envolvendo o Jacuipense na Copa do Brasil, o jogo do Bahia contra o Palmeiras e do São Paulo contra o Bahia também apareceram na corte.

Mas não foram só os times baianos que estiveram envolvidos em polêmicas. Equipes paulistas, cariocas, paranaenses, gaúchas e muitas outras também tem reclamado da arbitragem brasileira. Apesar disso, ao que parece, está ‘tudo normal’ na área.

Isso porque a CBF entende que uma evolução na arbitragem precede todo o processo que está sendo feito pela entidade. De acordo com o presidente Samir Xaud, tudo passa por esses processos e pelos investimentos em tecnologia que estão sendo feitos.

Nós temos excelentes árbitros”, afirmou Samir Xaud durante uma conversa com jornalistas após a abertura do FutPro Expo.

“Eu acredito que o povo brasileiro em si, ele é, um pouco técnico, um pouco árbitro, mas, em linhas gerais, a gente tem uma boa arbitragem que vai evoluir, com certeza, com todas essas mudanças nesse investimento que nós estamos fazendo. É esperar”

A gente investiu em arbitragem, investiu em aducação continuada, em treinamento, em modernização, em tecnologia, só que é uma coisa que não se muda de uma hora para a outra. Não é um liga e desliga [...] isso é um pricesso”, disse Xaud ao falar sobre a arbitragem brasileira em 2026.

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