Esporte

Presidente da França sai em defesa de Mbappé após resposta contra ataques racistas: “Mais um gol”

Divulgação e Reprodução/Instagram/@equipedefrance
O craque francês rebateu os ataques racistas pela senadora paraguaia, Celeste Amarilla  |   Bnews - Divulgação Divulgação e Reprodução/Instagram/@equipedefrance
Gabriel Santana

por Gabriel Santana

Publicado em 07/07/2026, às 13h53



O presidente da França, Emmanuel Macron, saiu em defesa do craque da seleção do seu país, Kylian Mbappé (Real Madrid-ESP), após o jogador rebater os ataques racistas feitos pela senadora paraguaia Celeste Amarilla.

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Macron afirmou que o camisa 10 e capitão francês marcou mais um gol contra o racismo e que Mbappé tinha seu total apoio. De acordo com o UOL, o posicionamento do chefe de Estado foi publicado em seu perfil oficial na rede social X.

“Mais um gol para Kylian Mbappé. Contra o racismo, desta vez. Todo o meu apoio. Quando as palavras sujam, nossos valores respondem: dignidade, respeito, fraternidade.”

Mbappé respondeu às falas de Amarilla e disse que, além de ela não representar o Paraguai, seria uma autoridade incompetente. O camisa 10 elogiou a equipe paraguaia durante sua participação no torneio mundial, afirmando que o time demonstrou “paixão e honra” dentro de campo.

O atual segundo maior artilheiro da história das Copas do Mundo afirmou que as falas de Amarilla fizeram o mundo esquecer a campanha realizada pela seleção paraguaia. Mbappé definiu a atitude da senadora como um ato de irresponsabilidade e racismo assumido.

“Nunca permitirei que pessoas como a senhora tenham a liberdade de espalhar seu ódio e seu racismo pelo mundo.”

Relembre o caso

Após ser derrotada pela França de Kylian Mbappé, a seleção do Paraguai foi eliminada da Copa do Mundo nas oitavas de final, no último sábado (4). A senadora foi à rede social X para atacar a aparência do camisa 10 e a origem do craque, além de afirmar que o atacante ignorou um cumprimento do goleiro paraguaio Orlando Gill.

“Esse bruto nem aprendeu a escrever. Em vez de leite materno, mamou em cocos, e os seres mais instruídos que ouviu foram chimpanzés. Você deveria ter mostrado o dedo do meio para ele, Orlando Gill. Eu faço isso no Senado e nada acontece. Um camaronês colonizado, fingindo ser francês, ressentido, novo-rico, arrogante e feio.”

Classificação Indicativa: Livre

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