Esporte
por Alex Torres
Publicado em 13/10/2026, às 07h01 - Atualizado às 07h36
O atacante brasileiro Richarlison, que atualmente joga no Tottenham, da Inglaterra, voltou a se pronunciar, no último domingo (11), sobre a disputa envolvendo uma mansão avaliada em cerca de R$ 10 milhões, localizada na Ilha Comprida, em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro.
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Em vídeos publicados nas redes sociais, o jogador de 29 anos rebateu críticas e afirmou que não pretende recuperar o imóvel, mas deseja receber de volta o dinheiro investido. O desabafo ocorreu após o jogador voltar a expor o caso, que envolve uma propriedade avaliada em cerca de R$ 10 milhões.
Eu nem quero que ela venha de volta, não, mano. Só quero o que é meu”, disparou o atleta.
A polêmica teve início em 2020, quando uma empresa ligada a Richarlison adquiriu os direitos de ocupação da propriedade. Posteriormente, a posse passou para uma empresa vinculada ao advogado Willer Tomaz, amigo do senador e candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que é testemunha no processo.
Em junho de 2025, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve o entendimento favorável à empresa de Tomaz. As ações judiciais foram encerradas após a desistência dos autores.
Ainda no desabafo, Richarlison afirmou que conquistou o dinheiro com o próprio trabalho e fez acusações contra seu ex-empresário, Renato Velasco. Ele relatou ainda que pessoas armadas teriam invadido o local e expulsado ocupantes da propriedade.
A ilha era minha, pô. Conquistei com meu dinheiro, trabalhando honesto. Não roubei ninguém”, declarou.
Por fim, Richarlison afirmou que destina aproximadamente R$ 3 milhões por ano a ações sociais no Brasil, incluindo o custeio de cirurgias para crianças. No entanto, o jogador declarou que não pretende se envolver em questões políticas e reforçou que suas iniciativas sociais são realizadas por vontade própria.
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