Esporte
Ex-postulante a presidência da CBF, Ronaldo Fenômeno não poupou críticas as eleições da entidade, que escancara o poder das federações, que possuem peso triplo em relação aos clubes das Séries A e B do Brasileirão. Vale lembrar que o pleito foi convocado para o fim deste mês.
A entrevista foi dada para TV Bandeirantes, durante transmissão do GP de Imola, na Itália, onde Ronaldo acompanhou a corrida. De forma irônica, o pentacampeão com a Seleção Brasileira cobrou uma mudança drástica no estatuto da CBF.
Não é novidade para ninguém. O que está acontecendo agora já aconteceu outras vezes. A gente vive um momento terrível, mas o mais impressionante é que a gente não vê uma luz no fim do túnel. Enquanto o estatuto da CBF for esse que é agora, que o poder fica na mão dos 27 presidentes de federações, essa palhaçada vai continuar. Não tem nenhuma chance de reforma no futebol brasileiro. Eu diria que muda a página, mas o livro é o mesmo, é tudo farinha do mesmo saco”, disse Fenômeno.
Ronaldo tentou se candidatar a presidência da CBF para o ciclo de 2026 até 2030, mas não conseguiu inscrever sua chapa pois não atendeu as regras do pleito, previstas no estatuto da entidade.
Segundo o ex-jogador, 23 das 27 federações se negaram a recebê-lo, com a justificativa de que estariam felizes com a gestão de Ednaldo Rodrigues e queriam reelegê-lo.
Para concorrer à presidência, um candidato deve ter apoio de oito federações e cinco clubes. Na votação, times da Série A têm peso 2, e as equipes da Série B têm peso 1. As federações têm peso três e possuem maior poder de decisão na votação.
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