Esporte
A crescente popularidade da Fórmula 1 (F1) e o teto de gasto orçamentário das equipes geraram uma “fartura” de patrocínios a equipes e pilotos. Isso tudo fez com que a categoria como um todo, acabasse conseguindo operar com lucro em todos os lugares do grid e não somente aos primeiros colocados. Com isso, por exemplo, há empresas que pagam mais de R$ 5 milhões a um piloto.
Esse valor, que pode soar como elevado para a realidade brasileira, serve somente para estampar logomarca em um local que não é mostrado nas transmissões. O retorno dessas empresas é gerado pela exposição da marca durante as corridas e acaba sendo um “bônus”. A quantia investida, normalmente, é “paga” pela associação a um piloto ou equipe da F1. Isso traz e sustenta valores como credibilidade, rapidez, eficiência e alta tecnologia às empresas que estão ligadas à categoria.
Além disso, esse tipo de patrocínio inclui participações em eventos com clientes, promoções envolvendo a categoria, viagens aos GPs e convites para espaços VIP's. Há também marcas que buscam o reconhecimento mundial por conta da Fórmula 1. Nesses casos, essas empresas buscam maior visibilidade e pagam mais caro por isso.
Este é o caso da Red Bull Racing, por exemplo, que começou como uma pequena investidora e hoje é dona de equipe e cobra para expor marcas em seus bólidos. Neste caso, pelo o que circula nos bastidores, a RBR cobra cerca de R$ 550 milhões para um patrocínio principal e “naming rights” da equipe. Vale lembrar que esse valor não é confirmado pela equipe, que mantem os números sob sigilo.
*Matéria em atualização
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