Esporte

Mão Santa: Saiba quem era Oscar Schmidt, jogador de basquete que disse não a NBA

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O maior ídolo da história do basquetebol brasileiro marcou muita história no esporte com recordes memoráveis, e morreu aos 68 anos nesta sexta-feira (17)  |   Bnews - Divulgação Reprodução- Instagram @nbabrasil
Gabriel Santana

por Gabriel Santana

Publicado em 17/04/2026, às 17h18 - Atualizado às 17h29



O ex-jogador Oscar Schmidt, o maior jogador da história do basquete brasileiro, morreu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos, após passar mal.

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Nascido em Natal, a capital do Rio Grande do Norte (RN), o “Mão Santa” jogou como profissional durante 25 temporadas. De acordo com o jornal Lance, a lenda do basquete mundial passou mal ao ser encaminhado para o Hospital Municipal Santa Ana (HMSA), em São Paulo (SP), onde passou por atendimento médico.

O jogador ainda detém o recorde de ser o maior ‘cestinha’ da história do basquete, com 49.703 pontos, além de ser o atual maior cestinha da história dos Jogos Olímpicos, com 1093 pontos.

História em Olimpíadas

O pivô brasileiro, famoso por usar o número 14, participou de cinco edições da principal competição esportiva do mundo. Na edição de Seul 1988, contra a Espanha, Oscar fez 55 pontos e se mantém como o recorde de uma pontuação registrada em apenas uma partida.

Pela Seleção Brasileira, o jogador foi o protagonista na conquista da medalha de ouro dos Jogos Pan-Americanos de 1987, que aconteceu em Indianápolis, na região leste dos Estados Unidos. Na decisão contra a potência americana, chamada de “Dream Team” (Time dos Sonhos), Oscar foi o líder na partida que consagrou a primeira derrota da história dos EUA em solo estadunidense.

O jogador venceu o Mundial de 1978, nas Filipinas, e encerrou sua trajetória com 7.693 pontos em 326 partidas com a camisa 14 do Brasil. Oscar defendeu o Brasil entre 1977 e 1996.

Abriu mão da NBA por conta da Seleção Brasileira

O jogador foi escolhido pelo Brooklyn Nets, franquia da National Basketball Association (NBA), no draft de 1984, o mesmo que tinha a outra lenda Michael Jordan. Mas ele nunca jogou na principal liga de basquete do mundo por conta da Seleção Brasileira.

Na época, a Federação Internacional de Basquete (FIBA) proibia que os jogadores da NBA pudessem defender as cores de seus países. Oscar recusou e assumiu que não se arrependia da sua decisão.

Faria tudo de novo, a mesma coisa. Me draftaram no 6º round, escolha 138. Eu sei jogar basquete, cara”.

Em 2017 e já aposentado, Oscar foi convidado para jogar o famoso Jogo das Estrelas da NBA.

Classificação Indicativa: Livre

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