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Técnico de atleta atropelado na orla da Pituba fala sobre processo de recuperação; assista

Devid Santana/ BNews
Segundo treinador Márcio Barreto, Emerson Pinheiro já ganhou uma prótese  |   Bnews - Divulgação Devid Santana/ BNews

Publicado em 16/09/2025, às 19h39   Bernardo Rego e Gabriel Bacelar



O educador físico Márcio Barreto, treinador de Emerson Pinheiro, que perdeu uma perna após ser atropelado pelo filho da vereadora Débora Santana (PDT), Cleydson Cardoso Costa Filho, na orla da Pituba, em Salvador, conversou com a equipe do BNews nesta terça-feira (16) e falou sobre a recuperação do atleta e quais serão os próximos passos para que ele possa voltar a competir.

Barreto, que possui mais de 20 anos de carreira, disse que Emerson está bem e ressaltou que ele é um guerreiro só pelo fato de já ter tido alta menos de um mês após o acidente. "Só em ele estar aqui já percebemos que ele é um guerreiro, mente forte. Nesse momento estamos pensando mais na recuperação da perna esquerda e mais adiante vamos fazer uma avaliação para saber qual modalidade ele se adapta melhor", disse.

O treinador contou que o atleta já ganhou uma prótese, mas ainda não é possível fazer uma estimativa de quando Emerson vai poder retomar as atividade. Segundo o educador, o objetivo no momento é voltar a caminhar.

O atleta falou nesta terça-feira sobre a sua recuperação durante coletiva de imprensa concedida em um edifício comercial localizado na Avenida Tancredo Neves. O impacto do acidente resultou na amputação da perna direita do atleta e em lesões graves na perna esquerda, interrompendo sua participação em provas oficiais de corrida, como a Maratona Internacional de Buenos Aires (42 km), além de outras competições locais.

Autor do crime foi solto pela Justiça

A prisão preventiva de Cleydson Cardoso Costa Filho, filho da vereadora Débora Santana (PDT), acusado de tentativa de homicídio qualificado após atropelar o maratonista Emerson Pinheiro, foi revogada pelo juiz Paulo Sérgio Barbosa de Oliveira, da Comarca de Salvador. O caso ocorreu há um mês, no dia 16 de agosto, na orla da Pituba, na capital baiana

A decisão foi proferida na última quinta-feira (11). O Ministério Público da Bahia (MP-BA) havia denunciado Cleydson e solicitado a manutenção da prisão preventiva. A acusação argumentou que a liberdade do réu poderia comprometer a ordem pública e influenciar no ânimo das testemunhas.

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