Esporte
O treinador da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti, concedeu entrevista nesta segunda-feira (28), véspera do segundo duelo do Brasil contra a Austrália. O evento aconteceu em um teatro na cidade Brisbane, e o técnico italiano respondeu algumas perguntas da imprensa.
Os principais questionamentos dos jornalistas presentes na coletiva, em sua maioria, foram sobre o mau momento da seleção canarinho e o que pode motivar o torcedor a continuar apoiando a equipe nesse ciclo. O Brasil foi eliminado precocemente nas oitavas de final da Copa do Mundo para a Noruega, no dia 5 de julho, e a eliminação ainda está viva na memória dos brasileiros.
Visando à Copa América de 2028 e o Mundial de 2030, a amarelinha começou o novo ciclo empatando por 1 a 1 com a Austrália, na última sexta-feira (25), em uma atuação apática da Seleção. Ancelotti aproveitou a coletiva para comentar que os amistosos da Super Data Fifa estão no mesmo patamar de importância de jogos da Copa do Mundo.
“Ninguém na comissão técnica, dos jogadores pensa que vamos jogar apenas um amistoso. Pensamos que vamos representar um país enorme, uma camisa enorme. Para nós uma partida de Copa do Mundo e contra a Austrália é igual. Representamos a maior Seleção da história do futebol.”, disse o treinador italiano.
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Carlo Ancelotti também comentou sobre a renovação do elenco e que gostou de alguns jovens jogadores convocados. Além disso, afirmou que vai continuar apostando nos novos talentos que possam dar resultado no futuro.
“Os jovens que estão aqui eu gostei muito, do Arthur Dias, que não conhecia, gostei dos goleiros que não conhecia, Bontempo, Jair. Temos futuro, apesar das críticas. A prioridade agora é construir uma nova geração que possa acompanhar o Brasil para a Copa América e para Copa do Mundo. Pode ser que hoje os 26 convocados não sejam os melhores absolutos, mas faz parte do processo. Nossa função é acompanhar os atletas de perto.”
Para o jogo desta terça-feira (29), Ancelotti vai promover algumas mudanças no Brasil. O treinador vai mudar o esquema: em vez do 4-2-4, bastante utilizado pelo italiano desde que assumiu o comando técnico da Seleção, o Brasil vai a campo no 4-3-3, povoando mais o meio-campo e utilizando Raphinha como centroavante, posição em que o atleta está atuando no Barcelona neste início de temporada.
Otávio; Vanderson, Jair, Gabriel Magalhães e Mauro Júnior; Danilo, Bruno Guimarães e Gabriel Bontempo; Rayan, Raphinha e Vini Jr.
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