Esporte
O Vitória segue sua luta para garantir a permanência na Série A do Campeonato Brasileiro e tem um confronto importante contra o Fortaleza, na tarde deste sábado (13), no Castelão. Apesar disso, o clube tem enfrentado problemas ainda maiores fora das quatro linhas durante todo o ano de 2025.
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Constatemente se posicionando a respeito de dividas e acordos envolvendo ex-atletas e pagamentos de outros direitos. O Rubro-Negro voltou a se manifestar por conta de questões financeiras e dessa vez, o tema foi a venda de direitos de transmissão.
Tudo começou com a divulgação de uma possível venda de 15% dos direitos de transmissão para quitar dividas do clube. Fábio Mota esclareceu em coletiva na última semana que a proposta fazia parte da negociação para trocar a Libra pela LFU.
"Vendendo 15%, você abate nesse ganho de 35% e ainda vai receber 20% a mais. Se continuasse na Libra, iria receber 35% a menos e, mesmo com a venda dos 15%, ainda passa a receber 20% a mais. Esse é o esclarescimento que dou para a torcida do Vitória. Não vai ter a liga que queríamos e temos que buscar o que for melhor para o clube", finalizou Fábio Mota.
Após isso, o clube divulgou uma nota para reforçar a validade da votação feita pelo conselho e também para explicar como funcionará a venda desses 15% a partir de 2030.
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“Diante da repercussão decorrente da aprovação pelo Conselho Deliberativo do Esporte Clube Vitória, na data de ontem, da proposta apresentada por um Investidor para aquisição de 15% dos direitos a exploração comercial vinculados à participação do Clube nos campeonatos brasileiros, no período entre 2025/2074, assim como da posterior adesão à Liga Forte União, o Conselho Gestor vem a público, em respeito aos sócios e torcedores do Esporte Clube Vitória, prestar os seguintes esclarecimentos:
O valor ofertado pelo Investidor ao Clube no total bruto de R$ 68,2 milhões, corresponde à compra dos direitos comerciais de 15% detidos pelo Clube junto à LIBRA até 2029, ficando o Clube com 85% das receitas no período;
A partir de 2030 para adesão à LFU, torna-se obrigatória a venda de 15% das receitas comerciais do Clube, com a previsão de crescimento de no mínimo 35% das referidas receitas;
Ratificamos que nenhum valor foi recebido pelo Clube até o momento, sob qualquer título, originada da referida transação.
Neste contexto o Conselho Gestor, solicitou parecer do seu Departamento Jurídico a respeito dos impactos estatutários da operação, no que resultou em detida análise e conclusão de que a proposta guarda perfeita consonância com o seu Estatuto, e, ademais, que a operação não se caracteriza, em hipótese alguma, como empréstimo”.
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