Geral
Publicado em 16/08/2011, às 17h43 Milene Rios
Um ato ecumênico realizado na tarde desta terça-feira (16) marcou a passagem do sétimo dia da tragédia que vitimou nove operários da construtora Segura. O evento reuniu familiares, amigos das vítimas, funcionários, proprietários da empresa, representantes de órgãos públicos e do ramo da construção civil, além de religiosos.
Ailton Alves, que também é irmão de Antonio é funcionário da mesma empresa e trabalhava no mesmo prédio onde aconteceu o acidente, ele que estava no momento em que o elevador caiu não imaginava que além dos amigos de empresa, estaria ali um irmão. “Vi tudo, na hora é triste, é revoltante, ali é uma família, a empresa é uma família, mas imaginar que meu irmão tivesse ali, nem me passou pela cabeça” contou Alves, que lamenta a saudade, mas reconhece o que ainda tem que enfrentar. “Foi uma perca muito grande, meu irmão faz muita falta, aliás, é um sentimento por todos que estavam ali, éramos muito unidos, mas agora é implorar a Deus e bola pra frente”.
A celebração, organizada pelos sócios proprietários da empresa Segura foi presidido pelo Frei Eurico Rogério Soares, Pároco da Igreja de Nossa Senhora da Luz da Pituba e pelo Pastor Nilson Caetano da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Fernando Magalhães representante da construtora deixou claro que a empresa tem arcado todos os compromissos, e além da solidariedade com os familiares esta seria uma forma de homenageá-los, já que todos os funcionários são considerados como uma família. “Não estamos medindo esforços para os procedimentos legais e naturais, além do sentimento que temos, estamos tentando alcançar todas as situações de acompanhamento no que for necessário, afirmou Magalhães. Segundo ele, a construtora tem feito um trabalho de assistência social e psicológica, fazendo visitas nas casas das famílias.Classificação Indicativa: Livre
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