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Superintendente da Transalvador explica falta de pagamento à Promédica

Segundo Gordilho, o plano tinha dívida de R$ 2,8 mi com a Transalvador. Órgão só depende de documento da PGM

Publicado em 25/10/2011, às 15h27        Rafael Albuquerque




Alberto Gordilho, superintendente da Transalvador, falou há pouco ao Bocão News sobre a paralisação dos servidores nesta manhã por conta de problemas com o plano de saúde Promédica. Ele explicou que a Transalvador era credora de cerca de R$ 2,8 milhões que foram pagos em duplicidade ao longo de alguns meses. “Era uma divida antiga, de 2008. Resolvemos cobrar e por isso estava sendo abatida das faturas mensais”. Trocando em miúdos, durante algum tempo houve um “equívoco” e a Tarnsalvador pagou mais do que devia ao plano. Na gestão de Gordilho, a cobrança foi feita. Desde o início desde ano a dívida era equacionada no pagamento das faturas mensais. O valor foi quitado e a fatura que venceu dia dez de outubro ficou em atraso.


O motivo o superintendente explica: “Tem que ser assinado um termo de acordo mútuo que está sendo preparado pela Procuradoria-geral do Município. Estou condicionado à assinatura do documento da Procuradoria, que deve chegar em quarenta minutos”. Apesar de confirmar que o problema está sendo resolvido, Gordilho criticou a ação da Promédica e dos servidores: “Não era pra haver suspensão dos serviços do plano nem tampouco dos funcionários, que sempre participaram de tudo. Os funcionários participaram do levantamento da dívida que a Promédica tinha com a Transalvador”.

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