Em nota divulgada neste sábado (13), o gestor da Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo do Município (Sucom), Cláudio Silva, informa que a fiscalização de
poluição sonora na Paróquia de Santana do Rio Vermelho "foi motivada por denúncia feita pelo Hotel Catarina Paraguaçu, situado nas proximidades da Igreja, e não por motivo de intolerância religiosa".
Na ação, os fiscais do órgão identificaram que o volume emitido pelo sino de hora em hora, a cada badalada, chegou a 84.6 decibéis, a uma distância de aproximadamente 3 metros da fonte, estando acima do permitido pela legislação.
Os responsáveis pela instituição foram notificados no dia 4 de novembro e, como a solicitação para se adequar à lei não foi cumprida, foram autuados nesta sexta-feira (12). O prazo para que entrem com defesa é de 10 dias.
(Com informações site Correio)