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Apontado como chefe de esquema do PCC, pagodeiro é preso por lavagem de dinheiro; saiba quem

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O cantor e outros investigados integrava um esquema do PCC que garantiu contratos que chegam a R$ 200 milhões  |   Bnews - Divulgação Ilustrativa | Freepik
Redação Bnews

por Redação Bnews

redacao@bnews.com.br

Publicado em 01/07/2025, às 07h50



Um cantor de pagode foi condenado a 26 anos e oito meses de prisão por lavagem de dinheiro. Conhecido como Latrell Brito, o pagodeiro Vagner Borges Dias foi acusado por fraudar licitações e ocultar valores oriundos do tráfico de drogas do Primeiro Comando da Capital (PCC).

Segundo informações do UOL, o juiz Antonio Augusto Mestieri Mancini, da 2ª Vara Criminal de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo, anunciou a sentença nesta segunda-feira (30). O Ministério Público do Estado de São Paulo afirmou que Latrell era responsável por comandar o esquema nas cidades de Guarulhos, Ferraz de Vasconcelos, Poá e Mogi das Cruzes (Grande São Paulo); em Cubatão e Santos (Baixada Santista); e em Jaguariúna, Buri e Itatiba (no interior).

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As investigações do Grupo de Atuação Especial e de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) revelaram que ele e seus comparsas forjavam uma competição nos processos licitatórios em prefeituras e em Câmaras Municipais. Os envolvidos no esquema eram funcionários ou amigos do pagodeiro.

Em abril, o Gaeco deflagrou a Operação Munditia, que expos o esquema do pagodeiro. Foram expedidos 15 mandatos de prisão, dos 13 cumpridos, um foi contra três vereadores: um de Ferraz de Vasconcelos, um de Santa Isabel e outro de Cubatão.

As investigações apontaram ainda que parte dos investigados fazem parte da facção e nesse esquema conseguiram contratos que chegaram aos R$ 200 milhões. O grupo firmava contratos de serviços de limpeza, manutenção de prédios públicos e postos de fiscalização.

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