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Bebês, filhos de gestantes moradoras de Fernando de Noronha, não podem nascer na ilha; saiba motivo

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A restrição da realização de partos no arquipélago de Fernando de Noronha começou a valer em 2004  |   Bnews - Divulgação Reprodução Portal Gov
Mariana Cedrim

por Mariana Cedrim

Publicado em 26/07/2026, às 18h14



Uma restrição que começou a valer em 2004 no arquipélago de Fernando de Noronha, impede que as gestantes realizem o parto na ilha. A medida foi estabelecida depois devido à ausência de maternidade e de UTI para mães e bebês no arquipélago desde que foram desativados os serviços de parto na ilha, que hoje tem 3.167 habitantes.

A medida cumpre uma exigência do Ministério da Saúde, que determina que os partos sejam realizados em maternidades com equipe especializada para garantir a segurança da gestante e do bebê. 

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Diante desta orientação, o Governo Pernambuco se responsabilizou pelo custeio de todas as despesas para que as gestantes sejam transferidas para o Recife ao completarem 28 semanas de gestação, o equivalente a 7 meses, para que o parto seja realizado na capital pernambucana.

Caso isolado

Neste domingo (26), uma mulher deu a luz no Hospital São Lucas sem informar que estava grávida mas chegou em trabalho de parto avançado, o que inviabilizou a transferência para a capital pernambucana. A criança poderá ser registrada na ilha, com direito assegurado conforme determina a lei de 2017.

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