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Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o Sicário, teria se aproximado do grupo ligado ao dono do Banco Master, Daniel Vorcaro através do empresário Fabiano Zettel. De acordo com investigadores, a atitude do suspeito de auxiliar o banqueiro em atividades criminosas teria sido motivada pelo medo de voltar à prisão.
De acordo com a Polícia Federal, Mourão passou a fazer parte de uma estrutura que teria como principal objetivo monitorar e pressionar pessoas consideradas adversárias dos interesses de Vorcaro. Em troca, ele buscava proteção e novas oportunidades dentro do grupo.
Sicário foi apontado como o responsável por atividades de vigilância, além de coletar informações e acompanhar alvos ligados a disputas empresariais e institucionais.
Nos documentos da investigação, Mourão é descrito como integrante de uma espécie de “milícia privada” ligada ao banqueiro, que teria sido usada para monitorar adversários, ex-funcionários e até jornalistas.
Horas depois de ser preso em uma das fases da operação, Mourão tentou tirar a própria vida enquanto estava sob custódia da Polícia Federal em Belo Horizonte.
Ele foi socorrido e encaminhado para atendimento hospitalar, enquanto a corporação abriu investigação para esclarecer as circunstâncias do ocorrido. Sicário moreu na sexta-feira (6) no Hospital João 23, em Belo Horizonte (MG).
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