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Celular ouve tudo que a gente fala? Especialista de rede social explica

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Espionagem é teoria associadas pelas pessoas, mas especialista explica quatro hipóteses para algumas coincidências  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Freepik
Gabriel Santana

por Gabriel Santana

Publicado em 03/10/2025, às 14h22



Adam Mosseri, CEO do Instagram, postou um vídeo em suas mídias sociais e abordou sobre o tema de espionagem, uma teoria que as pessoas costumam associar como um dos  prováveis perigos que as mídias sociais podem impactar na vida dos usuários.

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Mosseri começou a sua postagem citando que existem “muitas conversas acaloradas” acerca da pauta e afirmou que o aplicativo não utiliza o microfone do telefone dos usuários para realizar nenhum tipo de espionagem.

Na opinião do CEO, de acordo com o jornal O Globo, a atitude de espionagem seria uma prática que quebraria as barreiras éticas e técnicas, infringindo gravemente a privacidade dos usuários. Além de que, Mosseri conta que, se isso realmente existisse, a bateria do celular seria drenada e as pessoas poderiam perceber que algo estaria fora da legalidade.

Adam conta quatro motivos para explicar que o pensamento não passa de apenas “coincidência publicitária”.

  • influência social por conta de perfis semelhantes: anúncios são mostrados através da pessoa com quem o usuário tem conversas;
  • exposição inconsciente: tratado como memória subliminar, o CEO conta que por razões de ficar rolando a tela de modo tão natural, acaba não percebendo que já poderia ter visto e não lembra pelo fluxo excessivo de exposição digital;
  • simples acaso: às vezes é apenas uma coincidência;
  • busca ou interação prévia- às vezes, o usuário já entrou em contato com aquele produto em outros sites. Por conta de anúncios serem realizados por divulgações, o algoritmo acaba deixando um tipo de “rastro digital” nas redes sociais.

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