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Publicado em 02/07/2025, às 17h12 Gabriel Santana
O corpo de Juliana Marins, brasileira de 26 anos, foi liberado pelo Instituto Médico Legal (IML) Afrânio Peixoto para a família. A nova autópsia ocorreu na manhã desta quarta-feira (2), no Rio de Janeiro, e durou cerca de 2 horas e meia. O laudo com os resultados desse novo exame deve ser entregue em até uma semana.
O novo exame de autópsia foi realizado no Brasil por dois peritos da Polícia Civil e contou com a presença de Mariana Marins, irmã de Juliana. Um legista federal contratado pela família, chamado Nelson Massini, também esteve presente para acompanhar o procedimento. As atividades terminaram às 11 horas da manhã desta quarta (2), com o corpo sendo liberado para a família.
Mariana Marins alega que houve negligências no resgate, que durou quatro dias entre o acidente e a chegada dos socorristas até onde estava a brasileira: "acredito que ela sofreu muita negligência nesse resgate. Então, a gente vai continuar atrás das providências", disse em entrevista ao portal G1.
O primeiro exame de autópsia, realizado no dia 26 de junho, na Indonésia, revelou que Juliana morreu pelos motivos de "extensão dos ferimentos, fraturas múltiplas, lesões internas, praticamente em todo o corpo, incluindo órgãos internos do tórax. Ela sobreviveu por menos de 20 minutos", segundo o médico legista Ida Bagus Putu Alit, em entrevista coletiva no saguão do Hospital Bali Mandara.
A família da brasileira criticou a divulgação do exame. Os parentes alegam que a coletiva de imprensa para contar os resultados do primeiro exame aconteceu antes do hospital informar aos parentes da vítima.
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