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Publicado em 17/01/2025, às 07h19 Cadastrado por Emilly Giffone
Um boletim divulgado pelo Centro Brasileiro de Justiça Climática (CBJC), com o apoio técnico do Ministério da Igualdade Racial e em parceria com o CEERT (Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades), destacou o impacto climático na desigualdade social, afetando a geração de emprego e renda da população negra.
O representante da CBJC, Junior Aleixo, afirmou que “essas desigualdades estruturais se intensificam à medida que as crises climáticas pressionam setores como a agricultura familiar e o trabalho informal”.
Dados divulgados pelas instituições envolvidas no estudo mostram que a população negra, que representa 56% da força de trabalho, continua recebendo salários menores. Tais crises climáticas afetam o acesso a renda estável e condições dignas de trabalho.
O boletim ainda destaca o impacto no campo e nas cidades. Além de reduzir a produtividade da agricultura familiar, geram infra estruturas insuficientes, mobilidade urbana precária e exposição à poluição.
Os dados divulgados no boletim revelam que:
Classificação Indicativa: Livre
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