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Ir à banca da esquina e folhear um exemplar da Capricho, Manchete ou Glamour foi um hábito que marcou gerações. Com a ascenção da internet e das redes sociais, as vendas caíram drasticamente e, consequentemente, muitas revistas deixaram de ser impressas. Mas, em 2025, esse cenário começou a mudar e grandes editoras voltaram a chamar atenção nas prateleiras.
Além da própria Capricho, outras revistas como Vox, Elle e Billboard Brasil decidiram adotar uma nova estratégia e reposicionamento para reconquistar seus leitores. Somente neste ano, cerca de 70 novas revistas impressas foram lançadas nos Estados Unidos.
No Brasil, a queridinha do público adolescente, que tem mais de 70 anos de mercado, deixou de ser impressa em 2015, passando a operar somente no digital. Agora, dez anos depois, a Capricho decidiu lançar edições apenas duas vezes ao ano: em julho e dezembro.
"Queremos entregar edições especiais, que sejam mais do que uma revista, mas uma experiência: tanto do ponto de vista de relação com a comunidade que acompanha o veículo há anos, quanto com quem nasceu em uma cultura totalmente online", aponta a editora-chefe Andréa Martinelli.
Para o publicitário Hugo Rodrigues, "o impresso ganhou novas camadas de valor simbólico, conectando nostalgia, desejo de posse, desaceleração e foco e consumo intencional de conteúdo".
"Para as marcas, no impresso, um anúncio não compete atenção com outras centenas de estímulos digitais. A publicidade permanece estática na página, é menos invasiva e menos irritante, podendo ser revisitada ao longo da leitura", avalia.
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