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Estudo aponta que o machismo é mais comum entre jovens

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Prática, historicamente, estava mais visível entre os mais velhos  |   Bnews - Divulgação Freepik

Publicado em 09/07/2025, às 13h46   Gabriel Santana



Um estudo apontou que o machismo, normalmente mais presente entre os mais velhos, está mais comum entre os jovens. Isso é o que afirma Laura Bates, pesquisadora e autora de obras como A Nova Era do Sexismo: como a Revolução da IA está reinventando a Misoginia. Em reportagem veiculada pelo Portal UOL. 

O fato fica notável após avanços comprovados pela Organização das Nações Unidas (ONU) em questões feministas e anti machistas. Mas, por que isso ocorre justamente quando a sociedade avança em pautas importantes como o feminismo? Muitos pensadores estão querendo saber a resposta desta pergunta e outra bem relevante: como os meninos estão sendo educados para o futuro?

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Uma série da Netflix chamada “Adolescência” foi um viral ao trazer à tona discussões como: machismo, misoginia e discursos extremistas, vistos principalmente nas mídias sociais. E, segundo o The New York Post, estão vistas em diversas esferas da sociedade como:

O movimento extremista e misógino é comprovadamente impulsionado pelos algoritmos. A saúde mental dos jovens tem piorado bastante nas pessoas com faixa de idade entre 3 e 17 anos: 28,2% dos meninos têm algum problema mental, emocional, comportamental ou de desenvolvimento. 23% das meninas apresentam estas questões.

O veículo americano citou que o prazo para aparecer algum tipo de conteúdo machista aos meninos no TikTok é de 30 minutos. Meninos possuem mais dificuldades em se abrir sentimentalmente e uma taxa de quatro vezes maior para o suicídio entre jovens entre 14 e 15 anos (Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA).

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