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EXCLUSIVO! Pastor mirim Miguel Oliveira rebate rótulo de falso profeta e afirma que "segue a fé sozinho"

Baiana FM
Durante conversa na Rádio Baiana FM, pastor mirim discute a importância de enfrentar críticas e se manter firme em sua missão  |   Bnews - Divulgação Baiana FM
Thiago Teixeira

por Thiago Teixeira

thiago.teixeira@bnews.com.br

Publicado em 11/04/2026, às 10h10



O pastor mirim Miguel Oliveira voltou a se posicionar sobre as acusações de que ele é um "falso profeta" e negou qualquer tipo de influência externa em sua atuação religiosa. Em entrevista ao programa Giro Baiana, da Rádio Baiana FM, o jovem afirmou que sua permanência na igreja é prova da convicção no próprio chamado.

Tudo o que é raso, uma hora cai. A maior prova de que eu tinha certeza do meu chamado foi quando comecei a ser criticado. Mesmo assim, não desisti de pregar", declarou.

Durante a conversa, Miguel evitou classificar os episódios envolvendo seu nome como escândalos. "Eu não digo escândalos, eu digo críticas", afirmou, ao comentar o período de maior exposição pública.

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Um dos pontos que mais chamaram atenção foi a revelação de que o jovem é o único religioso praticante dentro da própria família. Segundo ele, nem os pais nem os irmãos seguem uma religião.

Minha mãe não é crente, meu pai não é crente. Nenhum dos meus irmãos é. Eu sigo a fé sozinho", disse.

O pastor mirim também rebateu acusações recorrentes nas redes sociais de que seria influenciado por familiares ou lideranças religiosas. "As pessoas falam que sou manipulado, mas quem me acompanha vê que não tenho ninguém da minha família comigo. Eu vou fazer 16 anos e prego o evangelho por toda a nação sem influência de ninguém" afirmou.

Ao falar sobre referências, o jovem afirmou que não se inspira em líderes religiosos, mas exclusivamente em Jesus Cristo. "Se a gente se espelhar no homem, que é falho, vamos nos decepcionar. Todos somos pecadores", disse.

Em tom crítico, Miguel também comentou sobre o julgamento público nas redes sociais e na sociedade. "Hoje vivemos num mundo de julgadores de plantão. As pessoas condenam sem saber da vida do outro", afirmou, ao fazer um paralelo com passagens bíblicas.

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