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Grávida de sete meses cai ao proteger cachorro de ataques de outros cães; assista

Reprodução TV Globo
Thayná Santos, grávida de sete meses, cai ao tentar proteger seu golden retriever de cães soltos em Santos  |   Bnews - Divulgação Reprodução TV Globo
Juliana Barbosa

por Juliana Barbosa

juliana.barbosa@bnews.com.br

Publicado em 27/04/2025, às 17h05



Uma tarde tranquila acabou se transformando em um grande susto para Thayná Santos, de 28 anos, em Santos, no litoral de São Paulo. Grávida de sete meses, ela passeava com seu golden retriever, Aslan, quando foi surpreendida por dois cães de grande porte soltos na Rua Dr. Aniz Tranjan, no bairro Castelo, na última quinta-feira (24). Na tentativa de proteger o animal, Thayná acabou caindo no meio da rua. As informações são do portal G1. 

“Foi desesperador”, contou ela. Apesar do tombo, Thayná, o bebê e Aslan passam bem. 

Imagens obtidas pelo portal mostram o momento em que os dois cães, segundo a jovem da raça pit monster, correm em direção a ela e seu pet. Mesmo caída no chão, Thayná segurou os animais como pôde para afastá-los. 

"Minha sorte, também, é que eles não eram cães agressivos. Porque, se fossem, eu estava morta. Não ia sobrar meu cachorro, não ia sobrar eu, não ia sobrar nada", disse. "Foi desesperador na hora". 

Segundo a jovem, o tutor dos cães não apareceu para prestar apoio. O g1 tentou contato com ele, mas não obteve resposta até a última atualização da reportagem. 

Medo e reação rápida 

Apesar do susto, Thayná relatou que os animais não chegaram a atacar, mas babaram no pelo de Aslan, o que a deixou em pânico diante da possibilidade de agressão. "Eles vieram correndo do nada. Quando vi que eram dois, me assustei muito." 

Ela foi levada para o Hospital dos Estivadores para ser avaliada. Cerca de 20 minutos após o caso, um rapaz de motocicleta teria sido enviado pelo tutor dos cães até o local. Segundo o relato, os animais pertencem a um estacionamento próximo. 

"Eu não sabia qual seria a reação deles. Não queria pagar para ver", desabafou Thayná. 

Thayná reforçou que seu objetivo ao relatar o caso não é gerar preconceito contra cães de grande porte. "Sei que essas raças sofrem preconceito. Mas o tutor não prestou ajuda nem perguntou como eu estava. Graças a Deus, as vizinhas me ajudaram", afirmou. 

Após o momento de tensão, um gesto de alívio: "Depois que tudo passou e o Aslan estava seguro, pus a mão na barriga e falei: 'Meu Deus, minha filha'."

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