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Imposto sobre cigarros irá aumentar em setembro e governo espera ganho bilionário em arrecadação; saiba mais

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Cigarros não sofreram atualizações em suas taxas desde o ano de 2016  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Pixabay
Luiz Guilherme

por Luiz Guilherme

luiz.guilherme@bnews.com.br

Publicado em 01/08/2024, às 17h51



Os consumidores de cigarro terão que pagar um pouco mais caro no produto a partir de setembro. Isso porque, um decreto presidencial publicado nesta quinta-feira (1), no Diário Oficial da União (DOU), aumentou o Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) incidente sobre cigarros.

Sem sofrer atualizações na sua taxa desde 2016, o Brasil se tornou o segundo país com os preços mais baratos de cigarros das Américas, ficando atrás somente do Paraguai. De acordo com o governo, essa ausência de correção nos valores pode acabar reduzindo a arrecadação e, consequentemente, elevar o número de despesas públicas com saúde. 

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Confira as novas taxas

  • A partir do primeiro dia de setembro, o valor mínimo de venda no varejo do maço de cigarros terá um aumento de R$ 5 para R$ 6,50;
  • A alíquota geral de 66,7% do IPI somada à específica por maço subirá de R$ 1,50 para R$ 2,25 a partir de 1° de novembro.


Vale lembrar também, que o preço dos cigarros é definido pelas empresas do setor, cabendo a elas definir se o aumento dos tributos será repassado, ou não, aos consumidores.

Com isso, o governo espera que esse aumento no preço dos cigarros proporcione um ganho de arrecadação de aproximadamente R$ 300 milhões em 2024, subindo gradativamente, alcançando R$ 3 bilhões em 2025 e em 2026.

Outra novidade é que os cigarros também deverão passar a pagar o imposto seletivo, assim que entrar em vigor a reforma tributária.

Classificação Indicativa: Livre

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