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PF faz operação em Prefeitura sobre contratos de limpeza

Rodrigo Clemente/Prefeitura de BH
Justiça determinou o bloqueio de R$ 440 mil de servidor da prefeitura  |   Bnews - Divulgação Rodrigo Clemente/Prefeitura de BH
Lucas Pacheco

por Lucas Pacheco

lucas.pacheco@bnews.com.br

Publicado em 24/09/2025, às 10h33



A Polícia Federal (PF) realizou uma operação, na última segunda-feira (23), na Prefeitura de Belo Horizonte e cumpriu três mandados de busca e apreensão no âmbito de uma investigação sobre supostas irregularidades em contratos de limpeza da Lagoa da Pampulha, cartão-postal da capital mineira. 

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A Operação Otacílio, que mirou a diretoria de gestão de águas urbanas da prefeitura, investiga contratos celebrados com inexigibilidade de licitação e transações bancárias suspeitas de caracterizarem o pagamento de vantagem indevida.

Segundo a PF, a justiça determinou o bloqueio de cerca de R$ 440 mil de um servidor público investigado e que a prefeitura o suspenda de suas funções.  

O Executivo Municipal afirmou que apresentou todos os documentos exigidos pela PF e afirmou que a dispensa de licitação para a contratação de empresa ocorreu por ela ser a única autorizada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para usar um produto australiano para a limpeza da água.

"No período que o contrato foi suspenso —de setembro de 2023 a fevereiro de 2024— a qualidade da água caiu, segundo análise técnica a partir de dados da Copasa. O que demonstra a importância e eficácia do produto", disse.

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