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RZK, a empresa que administra o Terminal Tatuapé e dezenas de estações em São Paulo

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Empresa voltou ao centro das atenções após passageiros relatarem filas, falta de sinalização e transtornos na reabertura do Terminal Tatuapé  |   Bnews - Divulgação Pexels/Israelzin Oliveira
Redação Bnews

por Redação Bnews

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Publicado em 17/07/2026, às 21h44



A RZK Concessões ganhou visibilidade entre os passageiros do transporte público de São Paulo após a reabertura parcial do Terminal Tatuapé Norte, na Zona Leste da capital. O retorno das operações, mais de dez meses depois do incêndio que comprometeu a estrutura, foi acompanhado por reclamações sobre dificuldades de embarque e circulação, despertando o interesse sobre a empresa responsável pela administração do espaço.

Apesar de ter se tornado mais conhecida recentemente, a atuação da concessionária vai muito além do terminal. Especializada na gestão de concessões públicas voltadas à exploração comercial de equipamentos de mobilidade urbana, a RZK é responsável pela administração de dezenas de estações do Metrô e da CPTM, além de 13 terminais urbanos ligados às linhas 1-Azul e 3-Vermelha. Segundo a empresa, são 85 estações e terminais sob sua gestão, que recebem cerca de 4,8 milhões de passageiros por dia.

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A concessionária atua na manutenção, limpeza, conservação, segurança patrimonial e administração das áreas comerciais desses espaços, incluindo lojas, quiosques e publicidade. Ela integra o Grupo RZK, holding fundada pelo empresário José Ricardo Rezek, que reúne empresas dos setores de agronegócio, construção civil, energia, tecnologia, locação de equipamentos e concessões públicas, com presença em diversos estados brasileiros.

A empresa voltou ao centro das atenções após o Terminal Tatuapé Norte permanecer parcialmente interditado desde setembro de 2025, quando um incêndio provocado por uma pane elétrica em um ônibus destruiu parte da cobertura metálica da estrutura. Em nota, a RZK informou que os reparos estruturais já foram concluídos, que o espaço foi liberado para uso parcial e que a recuperação total da área deverá ser finalizada nos próximos dias, ressaltando que a interdição durante as obras ocorreu por determinação da Defesa Civil e dos engenheiros responsáveis.

Leia a matéria completa no BNEWS São Paulo.

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