Geral
Dados do Monitor de Secas, coordenado pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), registraram que a seca cresceu na Bahia entre agosto e setembro deste ano. Foram atingidos 96% do território, o que no mês anterior eram 94%. É a maior porcentagem alcançada no estado desde setembro de 2025.
No caso da área com seca grave, os números passaram de 36% para 47% entre os dois meses. A proporção representa a condição mais severa desde janeiro de 2026.
Esta realidade na Bahia acompanha os outros estados do Nordeste, região com maior percentual de área afetada pela seca no país. Já em agosto, ele demonstrava ter o quadro mais crítico entre as cinco regiões monitoradas, com seca grave em 28% de extensão.
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Ao comparar os dados de agosto, a Bahia ocupou a quarta posição entre os estados, perdendo apenas para o Amazonas, Pará, Minas Gerais e à frente do Maranhão.
Somente dez unidades da Federação registraram seca em todo o território: Acre, Alagoas, Amapá, Distrito Federal, Espírito Santo, Maranhão, Piauí, Roraima, Sergipe e Tocantins. Em outros seis estados, o fênomeno diminuiu, enquanto quatro se mantêm estáveis. Os três da região Sul continuam sem registros de seca.
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