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Secretário de Cultura exalta trabalho de Wanda Chase no jornalismo: "Nome marcado na história"

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"Ela que se permitiu mergulhar nesse universo e explorar ele com tanta competência", disse o secretário Bruno Monteiro  |   Bnews - Divulgação Devid Santana/BNews
Bernardo Rego e Carolina Papa

por Bernardo Rego e Carolina Papa

Publicado em 04/04/2025, às 16h32



O secretário de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro, exaltou o trabalho de Wanda Chance no jornalismo baiano. Durante o velório da profissional nesta sexta-feira (4), no Cemitério Campo Santo, o titular da pasta afirmou que a jornalista foi uma “das vozes mais potentes” da comunicação

“Wanda é um nome que está marcado na história do jornalismo e da cultura baiana pelo seu amor a essa terra que a acolheu há 34 anos e fez dela uma das vozes mais potentes do nosso jornalismo, mas também das nossas tradições culturais, ela que se permitiu mergulhar nesse universo e explorar ele com tanta competência sempre, com tanta paixão e com certeza ela abriu um caminho na qual muitos outros e muitas outras depois vieram”, disse Bruno Monteiro em entrevista. 

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“Eu conheci Wanda Chase ainda no início dos anos 2000, como uma pessoa que vinha à Bahia brincar o carnaval e tinha e via o carinho dos artistas com ela, toda vez que passava na frente de onde ela estava, faziam uma referência. Aquilo sempre me interessou também, depois como jornalista, a conhecer aquela figura e para nós, obviamente, fica um vazio muito grande. [...] Fica também um aprendizado muito grande de dar essa convivência, de ter bebido um pouco na generosidade, na fonte da generosidade de Wanda Chase”, complementou. 

Considerada um ícone da Axé Music, Wanda Chase faleceu na quinta-feira (3) aos 74 anos. Em 2025, ano em que é comemorado os 40 anos do ritmo musical, Bruno Monteiro destaca que a jornalista foi uma fonte usada para falar sobre o tema por ser “uma memória viva do movimento”. 

“Esse ano nós estamos celebrando os 40 anos da Axé Music. Quantas vezes eu conversei com Wanda Chase, a procurei, ela me procurou, porque ela é uma memória viva desse movimento também, sempre foi, pela sua dedicação, pela forma com que ela sempre se interessou para além daquele factual do jornalismo”, acrescentou o secretário.

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