Geral
por Mariana Cedrim
Publicado em 27/08/2026, às 20h41
Uma travesti acusou um cabo da Polícia Militar, de querer repetir o programa sem efetuar novo pagamento e uma guarnição precisou ser acionada para resolver a situação. De acordo com a prestadora de serviço, além de querer o programa "de graça", o PM apresentou um comportamento agressivo do cliente e teria tentado golpeá-la com uma garrafa.
A profissional conseguiu expulsar o cliente de sua casa e trancou a porta por dentro. Os soldados da 2ª Companhia do 21º BPM/I quechegaram ao local em uma viatura, encontraram o colega tentando ir embora. Ele precisou ser algemado por estar agitado, com dificuldade de comunicação, comportamento agressivo e resistente à ação policial.
A contratante acusou o cliente de usar entorpecente durante o programa, o que o deixou alterado, violento e reativo com a negativa de repetir o programa. Já os soldados relataram que ele também resitiu em apresentar seu documento de indetificação. Ele é cabo da ativa, lotado no 1º Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv), com sede em São Bernardo do Campo.
As duas pessoas envolvidas na confusão foram encaminhadas para o pronto-socorro, onde foram descartadas possibilidades de lesões em ambas. Em seguida, foram aprosentados no 2º DP de Guarujá. O delegado entendeu que não houve crime ou contravenção penal a serem apurados e liberou os envolvidos.
Um Boletim de Ocorrência da Polícia Militar (BOPM) foi registrado para apurar a conduta do cabo no âmbito disciplinar, sem prejuízo de se averiguar eventual crime militar. A motocicleta do PM, que foi localizada em frente a casa da denunciante foi conduzida por outros colegas até a casa do soldado.
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