Meio Ambiente

Calor extremo pode reduzir desenvolvimento de funcionários nas empresas; entenda

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Relatório conjunto da OMS e da OMM aponta consequências de calor extremo; saiba quais  |   Bnews - Divulgação Divulgação / Freepik
Vagner Ferreira

por Vagner Ferreira

Publicado em 22/08/2025, às 09h42 - Atualizado às 10h00



O relatório ‘Climate Change and Workplace Heat Stress’ (Mudança climática e stress térmico no trabalho, em tradução livre), divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em parceria com a Organização Meteorológica Mundial (OMM), apontou aumento global no nível de calor extremo, afetando a saúde da população e, consequentemente, os empregos em todo o mundo. A pesquisa é fruto de cinco décadas de pesquisas.

Bilhões de pessoas já são prejudicadas pelo calor extremo, sobretudo quando trabalham em áreas como agricultura, construção civil e pesca. Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), 2,4 bilhões de pessoas sofrem com exposição excessiva ao calor no ambiente de trabalho. Deste número, 22,8 milhões são convertidos em casos de acidentes.

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Os fatores mais prejudiciais são: desidratação, insolação, problemas renais e distúrbios neurológicos. A previsão é que a cada grau acima de 20°C haja um aumento de impacto em torno de 2% e 3% no desenvolvimento dos funcionários. 

“O estresse térmico ocupacional se tornou um desafio social global, que já não se limita a países localizados próximos ao Equador - como evidenciado pela recente onda de calor na Europa. Proteger os trabalhadores do calor extremo não é apenas uma necessidade de saúde, mas também uma exigência econômica”, informou a vice-secretária-geral da OMM, Ko Barrett, segundo reportagem do portal Uol. 

Vale ressaltar que 2024 foi considerado o ano mais quente da história, com temperaturas chegando, até mesmo, a 50°C. A onda de calor, registrada com frequências em países tropicais, também tem afetado a Europa.

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