Meio Ambiente

Especial incêndios e queimadas: Registro de queimadas em setembro é 30% maior que a média do mês

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Previsão é de que 2024 terá o maior número de focos desde 2010  |   Bnews - Divulgação Divulgação/sema
Melissa Lima

por Melissa Lima

melissa.lima@bnews.com.br

Publicado em 30/09/2024, às 18h52



Dados do Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), indicam que 2024 já é um dos anos com mais focos de queimada na última década, mesmo antes do fim. Setembro registra mais de 80 mil focos, 30% acima da média histórica que é registrada desde 1998 pelo Inpe.
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Mesmo que a quantidade de focos últimos três meses do ano não seja maior que as médias históricas, 2024 terá o maior número de focos desde 2010, quando o Brasil teve 319.383 registros.
Os dados, porém, ainda apontam uma tendência de que essa média seja superada, uma vez que o mês de setembro registrou aumento de 311%, passando de 18 mil focos em 2023 para 75 mil em 2024.
O levantamento do Inpe indica aumento nos indicadores em todas as regiões do país, em relação a 2023. O destaque fica por conta do Centro-Oeste, que teve três estadosn com mais aumentos: Mato Grosso do Sul, com 601% e 11.990 focos em 2024; o Distrito Federal, com 269%, com 318 focos; e Mato Grosso, 217%, com 45 mil focos.
Os números em Mato Grosso são mais fortes em setembro, representando 23,8% dos focos do país, com 19.439 registros. O Pará também teve grande quantidade de queimadas no mês: 17.297 focos, ou seja, 21,2% de todos os registros.
Completam o ranking dos maiores aumentos dois estados do Sudeste: São Paulo e Rio de Janeiro. O aumento para os paulistas foi de 428% em setembro, com 7855 focos ativos. No Rio, foi de 184%, ou 1074 focos.

Classificação Indicativa: Livre

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