Meio Ambiente

Georges Humbert é o primeiro entrevistado do projeto BNews Junho Verde 2026 e discute sustentabilidade e práticas ESG

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O advogado e especialista em Direito Ambiental, Georges Humbert, compartilhou insights sobre sustentabilidade e responsabilidade socioambiental  |   Bnews - Divulgação Reprodução/BNewsTV
Lucas Pacheco

por Lucas Pacheco

lucas.pacheco@bnews.com.br

Publicado em 01/06/2026, às 12h22



O BNews deu a largada, nesta segunda-feira (01), à 6ª edição do projeto Junho Verde, com uma programação especial voltada a debates ambientais no Nordeste. Na manhã destra segunda, o glass studio temático, localizado no Shopping da Bahia, recebeu o primeiro convidado, o advogado Georges Humbert, professor, presidente do Instituto Brasileiro de Direito e Sustentabilidade (IBRADES) e vice-presidente da Associação Comercial da Bahia (ACB), para uma conversa sobre sustentabilidade, inovação e responsabilidade socioambiental.

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No bate-papo, Georges, que também é especialista em Direito Ambiental e ESG e atua nacionalmente em debates sobre sustentabilidade, governança e desenvolvimento sustentável, além de possuir doutorado e pós-doutorado em Direito e ser autor de livros e artigos voltados às áreas ambiental e regulatória, destacou a abrangência da legislação ambiental brasileira, de que forma as empresas precisam se atentar à adoção de práticas ESG (Ambiental, Social e de Governança), entre outros assuntos. 

"É uma questão que faz parte da própria sobrevivência dos seres humanos e dos negócios. Os negócios estavam sendo impactados por não adotarem posturas racionais, de uso racional da natureza para produção e ainda bem que o critério econômico pesou pra verificar que não dava pra só lucrar sem preservar, sem fazer as melhores práticas e sem cuidar de gente. É cuidar das pessoas, em primeiro lugar, para que as pessoas cuidem do meio ambiente e gerem riqueza. É no Brasil a gente tem um protagonismo, inclusive, normativo, porque nossa Constituição, desde 1988, foi pioneira e colocou como obrigação de todos, do Poder Público, o dever de manter o meio ambiente ecologicamente equilibrado", disse Georges ao destacar que a sustentabilidade não pode mais ser tratada como tendência e sim como necessidade jurídica e econômica.

O advogado também analisou como as empresas tem atuado na adoção de práticas sustentáveis, quais os principais erros ainda cometidos e debateu os desafios de Salvador diante ds métricas de cidade sustentável. 

Confira a entrevista completa:

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