Meio Ambiente
Publicado em 26/09/2024, às 18h15 Redação
Alinhada à sua estratégia empresarial de promover ações que favoreçam a transição para economia de baixo carbono, a OR lançou o Programa Refloresta, que visa compensar suas emissões de gases de efeito estufa por meio do plantio de árvores nativas da Mata Atlântica em Áreas de Preservação Permanente, na região do Baixo Sul da Bahia, promovendo a recuperação de áreas degradadas e a conservação ambiental.
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O projeto-piloto da iniciativa, idealizada pela OR, em parceria com a Fundação Norberto Odebrecht e a Organização de Conservação da Terra (OCT), teve início com o Monvert, empreendimento de alto luxo localizado no Horto Florestal, em Salvador.
Para a compensação de 100% das emissões diretas, associadas à queima de combustível, e das indiretas, associadas ao consumo energia elétrica no canteiro de obras durante toda a fase de construção, mais de duas mil áreas nativas da Mata Atlântica foram plantadas na propriedade de uma família de agricultores do Baixo Sul do estado, em uma área de 1,3 hectare, equivalente a dois campos de futebol.
“O Monvert é o primeiro empreendimento da OR a compensar emissões de carbono provenientes da sua construção. A partir de agora, todos os empreendimentos verticais incorporados e construídos pela companhia deverão realizar a compensação de suas emissões”, destacou Daniel Sampaio, superintendente da OR na Bahia.
Ainda segundo ele, o programa propicia a recuperação de áreas degradadas, promovendo a proteção dos solos, a recuperação de nascentes, a manutenção e disponibilidade da água, e ainda gera impacto positivo para a comunidade local. “O Refloresta demonstra o nosso compromisso ESG de contribuir para o desenvolvimento de cidades sustentáveis e de promover ações que favoreçam a economia circular e de baixo carbono”, pontuou Sampaio.
Boas práticas de sustentabilidade colocam Monvert em destaque
O Monvert, que venceu a categoria Empreendimento Imobiliário da edição de 2024 do Prêmio ADEMI, possui como diferencial soluções voltadas para o morador e para o meio ambiente. Além disso, ele é também o primeiro empreendimento residencial do Brasil a receber o Selo EDGE Advanced de sustentabilidade, por ter reduzido em pelo menos 40% o uso de água, eletricidade e da energia utilizada na fabricação dos materiais.
Em 2020, o Monvert já havia conquistado o primeiro nível desta certificação, quando se tornou o primeiro residencial do Norte-Nordeste a receber este selo de Construção Sustentável, por apresentar 20% de economia energética.
Com tecnologias avançadas, o empreendimento é um projeto visionário e pioneiro na implantação de recursos que não só melhoram a eficiência energética, como também promovem a sustentabilidade e qualidade de vida para os moradores e visitantes. Outro diferencial é que a utilização de energia limpa por meio da captação por painéis fotovoltaicos.
O Monvert também dispõe de um sistema de tratamento e reuso de águas cinzas e pluviais em grande parte das áreas comuns, além de carregadores para carros elétricos, iluminação 100% em LED e com sensores de presença para o uso racional de energia e um sistema de automação que contempla os principais ambientes de uso comum do empreendimento.
Essas características sustentáveis viabilizaram a consolidação do IPTU Verde Nível Ouro para os residentes, no qual a Prefeitura Municipal de Salvador concede um desconto de 10% no Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU). O uso de novas tecnologias, tanto no período de obras quanto em durabilidade do empreendimento está entre os fatores que vêm premiando o Monvert.
Além disso, também se destacam: a gestão sustentável de materiais; a eficiência no consumo de energia; a contribuição para a imagem do mercado imobiliário; e a adequação do projeto de forma harmônica ao espaço urbano.
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