Meio Ambiente

Tartaruga baiana que viveu 40 anos em cativeiro desaparece no Rio de Janeiro

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Dispositivo via satélite que acompanhava localização do animal parou de funcionar  |   Bnews - Divulgação freepik/wirestock
Gabriel Santana

por Gabriel Santana

Publicado em 05/08/2025, às 15h06



A tartaruga baiana, chamada Jorge, que viveu 40 anos em cativeiro, desapareceu no dia 29 de julho, na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro (RJ). O dispositivo que fazia a monitoração do animal parou de funcionar e deixou de emitir o sinal de localização.

Jorge é uma tartaruga-cabeçuda que nasceu na costa da Bahia, aproximadamente em 1960. Em 1984, quando Jorge tinha quase 20 anos, foi encontrado com ferimentos em uma rede de pesca em Bahía Blanca, cidade portuária da Argentina.

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De acordo com o Portal G1, após ser encontrado, Jorge foi direcionado para um aquário da cidade de Mendoza, onde ficou por quase 40 anos em cativeiro. A tartaruga foi introduzida ao mar-aberto novamente em abril de 2024, mas deveria ter sido mandada para a Bahia. Navegando, Jorge fez um desvio e entrou na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro.

Nesta segunda-feira (4), a Cidade de Mendonza, responsável por acompanhar a movimentação do percurso de Jorge, informou que tinha interrompido o acompanhamento por um dispositivo via satélite.

De acordo com o comunicado, a interrupção da transmissão é comum nesse tipo de experiência e acontece por diversos motivos, como:

  • esgotamento de bateria;
  • bioincrustação, quando acontece o acúmulo de organismos marinhos sobre o equipamento;
  • desgaste dos sensores

A Cidade de Mendonza relata que a falta desse monitoramento não quer dizer que a saúde ou comportamento de Jorge apresentam indícios negativos.

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