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No relatório não há nenhuma referencia às torturas de Guantánamo ou das invações do Exército norte-americano
Agora virou moda, depois da “exigência” das Organizações dos Estados Americanos (OEA) referente à construção da usina de Belo Monte, os norte-americanos resolveram meter o bedelho na atividade policial no Brasil. De acordo com o jornal Estado de São Paulo, um relatório produzido pelo Departamento de Estado americano indicou a ocorrência de tortura e assassinatos praticados cometidos pela força policial brasileira.
A lista de transgressões inclui ainda o uso excessivo da força e a tortura de detentos sob custódia policial.
"O Brasil é uma república federativa, constitucional e que contou com eleições recentes, em geral, livres e limpas", apontou o documento, que criticou, entretanto, a existência de "instâncias nas quais as forças de segurança atuam independentemente do controle civil".
"As forças de segurança em nível estadual cometeram numerosos abusos aos direitos humanos", diz o texto.
Sobre a prisão mantida em Cuba pelo próprio governo norte-americano nenhuma nota foi divulgada. Por lá, várias denúncias de torturas também foram noticiadas. Para além, não há no documento publicado no Brasil referencia qualquer sobre as últimas investidas do exército daquele país nas invasões do Iraque, Afeganistão e mais recentemente Líbia.
Pelo contrário, ao que parece, o Departamento de estado de lá, está mais preocupado no que acontece por aqui. Por que será?