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Carlos Ghosn renuncia à presidência da Renault

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O anúncio foi feito nesta quinta-feira (24) durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos  |   Bnews - Divulgação Reprodução

Publicado em 24/01/2019, às 06h26   Folhapress



O presidente executivo e do conselho da Renault, Carlos Ghosn, que foi detido no Japão no dia 19 de novembro, renunciou à direção do grupo.

O anúncio foi feito nesta quinta-feira (24) durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça), pelo Ministro de Economia e Finanças da França, Bruno Le Maire.

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Depois que as esperanças de ser libertado da prisão em Tóquio foram negadas pelas consecutivas rejeições aos seus pedidos de liberdade sob fiança Ghosn resolveu abdicar do cargo.

O conselho de administração da Renault deve se reunir nesta quinta-feira (24) em Paris para definir um novo presidente e um diretor geral.

A Renault deve apontar Thierry Volloré, que já vem comandando as operações da empresa, como presidente executivo e Jean-Dominique Senard, presidente executivo da Michelin, como presidente do conselho.

Os procuradores públicos de Tóquio indiciaram Ghosn por quebra de confiança e apropriações financeiras. Ele deve permanecer em detenção provisória até 10 de março.

Como resultado de uma investigação interna que ainda não foi concluída, a Nissan acusou Ghosn de usar dinheiro da empresa para cobrir despesas pessoais.

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