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Brasileira com ‘pior dor do mundo’ surpreende após decisão por eutanásia

Arquivo pessoal
Dor da jovem Carolina Arruda pode ser comparada com facadas  |   Bnews - Divulgação Arquivo pessoal

Publicado em 09/07/2024, às 06h49   Pedro Moraes



A brasileira Carolina Arruda tem lutado para sobreviver com a ‘pior dor do mundo’. Depois de decidir pela eutanásia assistida, a jovem optou por passar por tratamento de modo a reduzir as dores constantes. Por causa disso, ela foi internada nesta segunda-feira (8).

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Estudante de medicina veterinária, a moça disse que a reconsideração pela eutanásia deve acontecer com o resultado do tratamento. O médico intervencionista da dor e diretor clínico da unidade hospitalar no Sul de Minas, Carlos Marcelo, ofereceu ajuda à paciente após a repercussão do caso. 

"Diante da repercussão do meu caso, o médico se disponibilizou a realizar alguns tratamentos a custo zero. Já estou internada e a proposta é que ele me induza ao sono para 'reiniciar o meu cérebro'. Vou ficar na UTI e dentro de até 20 dias ele vai avaliar o procedimento a ser feito, podendo ser radiofrequência, bomba de morfina ou a implantação de um eletrodo. O método vai depender da minha resposta", detalhou a brasileira, em entrevista ao portal g1. 

Mais de R$ 80 mil já foi arrecadado por Carolina para fazer eutanásia. O detalhe é que as dores da neuralgia do trigêmeo podem ser comparadas a facadas. Caso seja bem sucedido o tratamento, elas poderão diminuir em até 50%.

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