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Corpo de modelo assassinada é decapitado dentro de cemitério

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Família descobre violação do caixão durante transferência do corpo da modelo para sepultamento definitivo  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Instagram
Yuri Pastori

por Yuri Pastori

yuri.pastori@bnews.com.br

Publicado em 28/03/2026, às 14h46



O caixão onde estava o corpo da ex-modelo Pamela Genini, de 29 anos, morta pelo ex-namorado na Itália, foi violado no cemitério de Strozza e a cabeça da jovem foi retirada. Os familiares constataram a violação durante a transferência do corpo para o local definitivo de sepultamento, na última segunda-feira (23), após funcionários perceberem que o caixão não fechava corretamente.

Segundo as autoridades, há indícios de que o crime tenha ocorrido recentemente. Parafusos foram encontrados soltos e o silicone, usado para selar o caixão, ainda estava fresco. Ainda não se sabe a motivação. A suspeita é de que três ou quatro pessoas tenham participado da ação.

A promotoria de Bérgamo investiga o caso como profanação de cadáver e roubo, previstos no artigo 411 do código penal italiano. Os crimes podem levar a penas de dois a sete anos, com agravantes a serem determinados pela Justiça pelo fato de ter acontecido dentro do cemitério.

Pamela foi assassinada com mais de 20 facadas no próprio apartamento em outubro do ano passado, em Milão, supostamente pelo ex-namorado, Gianluca Soncin, de 52 anos. De acordo com as investigações, ele não aceitava o fim do relacionamento. Antes do crime, ela chegou a enviar mensagens a uma amiga em que pedia ajuda: "Estou com medo. Esse cara é completamente louco… Não sei o que fazer”.

O suspeito teria entrado no imóvel dela com uma cópia das chaves. Ele tentou tirar a própria vida com a faca no pescoço após o crime contra a modelo e foi levado sob custódia ao Hospital Niguarda. Posteriormente, foi levado para uma solitária no presídio de San Vittore, em Milão.

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